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sábado, 23 de março de 2013

Nacho Libre

O restaurante mexicano, filho único no restaurante week, é bem simples, mas, quando você sobe para o segundo andar fica paaaxonada, é tão lindinho, tão lindinho que da vontade de decorar um quarto daquele jeito!

Acabamos deixando de lado a opção do restaurant week pois o rodizio valida mais a pena e provaríamos tudo que tinha de bom lá! E olha que tinha! Tudo caprichadíssimo  pouca pimenta, apenas quando informava que vinha jalapeño, ai segura!

Olha o cardápio que legal!!! Formato de cactus! 






Estes nachos estavam crocantes modo máximo, e os molhinhos frescos e muito saborosos, bem temperadinhos!



Caveirinhas mexicanas!




Ótimo restaurante, recomendamos, comi nacho do começo ao fim e saí de lá feliz e satisfeita de ter encontrado um mexicano tão pertinho de casa também!!

E de quebra ainda fomos muito bem atendidos!

Fica nas Perdizes!

Camarão na Moranga

Esta primeira edição do Restaurant week de 2013 me trouxe muitas alegrias gastronomicas, mas, esta sem dúvida foi a melhor! Eu simplesmnente amo frutos do mar, paixão das antigas e em São Paulo como já descrevi, frutos do mar é sushi!
Esta belezura de restaurante fica a 5 minutos da minha casa, na Vila Leopoldina, ou seja, não preciso nem descer a imigrantes pra conseguir comer um peixinho delicia!

O restaurante parece que foi feito num galpão, e olha que se bobear foi mesmo viu!

Atendimento também impecável, adorei tudo!



De entrada um acarajé recheado de siri!


O prato principal era um badejo enrolado na folha de couve com farofa de camarão, deeeeeeeeeeeeeeelicioso! Com purê de mandioquinha!



E a sobremesa, meu pai, pudim de tapioca com farofa de coco! Pra comer de joelhos!



Os preços um pouco salgadinhos, mas, vale a pena pela qualidade. Afinal  não tem frutos do mar barato em SP como tenho em SC, mas, pelo menos este é certeza de alegria e felicidade pra encher a pança de camarão!!!

Fica na Imperatriz Leopoldina, no coração da Vila Leopoldina. 

Estación Sur

Eu havia reservado um restaurante de frutos do mar, eu juro. Mas, chegamos e era um argentino!
Tudo bem nada mal!

O restaurante é bastante aconchegante, com cara de casa, atendimento ótimo mas, o prato principal não estava lá estas coisas, não sei se por conta de ser a opção do restaurant week, mas, a carne estava dura. Dei uma olhada no cardápio principal mesmo já tendo escolhido que iria de restaurant week e os preços um pouco caros, mais caro que o 348 (que amei), então se bater vontade de ir num argentino esta não seria minha primeira opção! Mas de um modo geral, se fica mais fácil pra você já que este fica no Morumbi, vá!















domingo, 17 de março de 2013

Mercearia do Francês x Killa

Um francês e um peruano na mesma noite, duas experiências, uma desastrosa e a outra uma gostosura só!

Desde que começamos a estudar francês, tínhamos vontade de conhecer um lugar assim, tipo bistrô francês talvez apenas pra saber se entenderíamos o cardápio! E não foi combinado ou marcado. Fomos parar ai graças ao péssimo atendimento de um restaurante peruano que eu estava louca pra conhecer, o Killa.

São Paulo é a cidade da gastronomia neste país, eu acredito, eu acho. Talvez por não termos praias, não sei! Sei que São Paulo tem muitas, muitas possibilidades para todos os bolsos, paladares, restrições e gostos. E pela quantidade de gente, com um bom marketing, boa comida, é difícil um negócio legal não dar certo por aqui (também é minha humilde opinião).
Mas, com essa procura, as vezes (muito 'as vezes' porque a concorrência é grande então tem que ficar esperto!) o lugar começa a pecar no quesito serviço. 
Neste Killa, tudo começou errado já no telefone. Como estamos no restaurant week, ligamos e perguntamos sobre reservas. E a informação foi que não precisava de reserva. Ok, fomos até lá gastar nosso rico dinheirinho no que prometia ser uma ótima experiência, já que amamos ceviche. Chegando lá uma menina muito mal humorada ao invés de nos dar boa noite, já foi logo mandando: 'Têm reserva'??'. Oi? Ligamos e disseram que não precisava de reserva. A resposta foi: 'Talvez na hora que vocês ligaram não precisava de reserva, mas, agora já ta um pouco cheio'. Quase cai dura pra trás, não acreditei no que estava ouvindo. Enfim, depois de alguns segundos ela disse que tinha uma mesa, logo a frente da porta e o balcão. Sentamos na mesa e o show de horrores continuou. Vi outras mesas, em lugares melhores, visto que estava um friozinho em SP e a porta não parava de abrir, perguntei sobre a possibilidade de trocar de mesa, ai o garçon respondeu que estavam reservadas. Contei a história da ligação pra ele e o mesmo nem se deu ao trabalho de tentar responder, já deu um cutucão no gerente que veio rindo dizendo que não tinha jeito mas, que nos trocaria assim que vagasse uma mesa. 
Foi a gota d'água. Levantei, e fomos embora. 

Queridos restaurantes, se a pessoa liga perguntando sobre reserva e vocês tem um movimento alto, por favor, reservem mesmo que no momento especifico da ligação hajam mesas. Se a pessoa se programou, vale a pena reservar a mesa pra ela vocês não acham?

Enfim, esta foi nossa história com o Kila, péssimo atendimento, desorganização total. Serviço nota zero.
Mas, acredito que a comida seja boa, pois o restaurante estava cheio e os pratos que passavam perto de nós pareciam bem apetitosos.

Ai São Paulo é um chuchu! Porque assim que viramos a esquina, estava lá, um francês e um mexicano. E naquele dia encaramos o francês que foi uma grata surpresa, estava bem vazio, logo pude escolher a mesa que bem pretendi! :)

Não entendi muito o cardápio e achei que o garçom poderia ter explicado melhor algumas coisas, afinal a culinária francesa é bastante detalhista. Tudo leva um tempero, um queijo ou um preparo diferente. Mas nesta falta de muitas explicações, fomos de menu do chefe mesmo.

O menu do chefe parecia muito com o restaurant week, uma entrada, prato principal e uma sobremesa, o preço era 10 reais a mais que o restaurante week no jantar, mas, valeu!

De entrada pasteis de queijo brie. Curiosamente o recheio era avermelhado, não lembro deste queijo ter esta cor e como diria o Leandro, nem de ter gosto pois a vez que provamos brie achamos um queijo muito suave. Enfim, o pastel não me agradou muito, estava forte demais (e não consegui identificar o que), mas, foi um 'forte' que não me agradou, porque eu adoro queijos com gosto marcante. Já o Leandro adorou!


Enquanto o prato principal não vinha, reparamos que o lugar, apesar de ser bonitinho, podia ser mais arrumadinho, a decoração não parecia combinar sabe? E também não era um bagunçado legal. Não é desagradável  mas, o lugar tem potencial, podia estar com uma 'roupitcha' melhor pra acompanhar a deliciosa comida que serve!


A proposito, atendimento nota 1000!


De prato principal, salmão com ervas e risoto de tomate (tinha um nome especifico o tomate, não lembro qual , #fail). Mas estava deeeeeeeelicioso! Muito bom mesmo, um dos melhores salmões da minha vida. Levemente crocante por fora, macio por dentro e o molho de ervas, fenomenal. Puxava muito pra pesto, mas, deu pra sentir outros temperos também. O risoto estava no ponto certo e foi ótimo acompanhamento.


E ainda tinha que ter espaço pra sobremesa, o famoso crepe suzette. A massa é deliciosa, fininha, sem gosto de farinha. Desculpem minha ignorância  mas, eu achava que tinha recheio, e não tem. Tinha era essa calda maravis com gosto cítrico  Esta o garçom nos explicou que é por conta da laranja flambada no conhaque que é a base desta calda. Bastante doce, mas, muito gostosa por conta do toque cítrico (só parei de comer pois já não aguentava mais!!). Acompanhado dessa bolinha de sorvete de creme.

Curti te conhecer senhor crepe suzette! :)


A noite começou péssima, mas, um francês a salvou em traje de gala!

Mercearia do Francês! Nós fomos nas perdizes, mas, eles também estão em Higienópolis no Ibirapuera.

sábado, 16 de março de 2013

Mamaggiore

O que nos levou a este restaurante foi o Restaurant Week. O evento que tem ocorrido em várias cidades do Brasil, mas, que em São Paulo já mobiliza mais de 200 restaurantes, bares e afins, depois vou escrever especificamente um texto sobre o evento que acaba neste final de semana.

Escolhi o Mamaggiore pra começar pois era perto de casa, na Vila Leopoldina, já havia quase entrado neste restaurante com uma amiga, mas, desistimos. Aí, vi a proximidade, o cardápio e lá fomos nós!

O lugar é gostosinho mesmo, lembra um pouco o Andiamo por conta da queda d'agua que tem no mesmo estilo, é bonitinha também a parreira de uvas que enfeita uma parede quase inteira do restaurante. Fiz reserva mas, chegamos e estava bem vazio. Logo, uma porção de famílias começaram a chegar.

O local na Vila Leopoldina é perto de muitos prédios, na Carlos Weber, portanto via-se muita gente chegando a pé, gostoso de ver.

Enfim, de entradas pedimos o Ravioli de Gema. Primeiro parece que vai vir um prato de ravioli, mas, na verdade é um filho único bem generoso. Recheado com ricota e espinafre, e dentro da ricota, está a tal da gema, é cru, meio quente. Fiquei preocupada, achei que não fosse gostar por ser cru, mas, no final, é bom, é gostoso, da vontade até de pedir um prato só disso!
Ele vem na manteiga com sálvia neste pratinho com tomatinhos cereja, fofinho!








De prato principal, Fetuccini Verdi Mam Di Luca. Muito saboroso,  a massa no ponto certo, o molho é napolitano com tiras de filé mignon. Não sou muito chegada em queijo ralado, normalmente eu provo antes de deixar despejarem sobre o prato todo. Mas o de lá é maravilhoso, fresquinho!




De sobremesa, eu fui na mousse de chocolate belga com farofa de coco queimado. Normalmente eu não sou muito fã de mousse de chocolate, mas este estava delicioso demais! Bem geladinho e firme. 



E o Leandro foi de Crumble de Maçã, sorvete de creme com maçã cozida com licor, açúcar e canela. Gostosinho, preferi minha mousse, mas, ele adora maçã, então ele adorou a sobremesa que lhe competia. :)



Dei uma olhada no cardápio em geral pois é para isso que também vale o restaurant week, para você voltar nos restaurantes 'testados' e este voltaremos com certeza, os preços são bons, a comida excelente e o serviço perfeito.
Lugar para voltar e voltar!

http://mamaggiore.com.br
Fomos na Vila Leopoldina, mas o restaurante também se encontra na av Lorena.

domingo, 10 de março de 2013

348

Um argentino muito legal em São Paulo!

Fizemos uma reserva neste restaurante e chegamos no horário agendado.
Chegamos e estava vazio, uns 15 minutos depois famílias e mais famílias começaram chegar. Daquelas famílias que você vê em restaurante italiano, com meia duzia de crianças comendo carna picadinha pelos pais, a vó, o vô e as tias. Ou seja, não é um restaurante para ir sozinho, nós em casal já estávamos meio deslocados no meio daquelas enormes famílias.

O nome não é somente 348 como é conhecido, mas, sim, Corrientes 348 e fica em dois endereços em São Paulo, no Itaim e no local onde fomos mais perto de casa, no Higienópolis.

De entrada, estes pães com uma melequinha de alho, o Leandro adorou, eu acabei não aproveitando muito pois na melequinha tinha bastante orégano. Mas são muito bem feitinhos.



Nesta foto acima, também é possível ver a decoração do local, muito clean, móveis de madeira, tijolinhos a vista, e neste local que estávamos a lateral inteira era de vidro, o que deixou o ambiente muito claro e aconchegante. 




Pedimos um ojo de bife (aquele corte argentino com um filete de gordura no meio, que na minha super desentendida opinião não formada por carnes, deixa a carne muito mais saborosa e com aquele aspecto molhadinho, que só um filete de gordura é capaz de proporcionar) uma batata assada com molho roquefort e brocólis com cebola picadinha dourada num fio de azeite.

Os 3 pratos estavam dispersos no cardápio, ou seja, nós montamos esta combinação. Acabamos pedindo o ojo de bife para duas pessoas, o que resultou em dois baita bifões fazendo com que os acompanhamentos fossem demais, podíamos ter pedido apenas o brócolis ou apenas a batata. É um senhor bifão, no ponto certo em que pedimos, suculento, no ponto de sal.

A batata é assim, normal, nada demais, e o brócolis também estava ótimo (como um brócoli tem que ser, sem muitas possibilidades entre estar bom e duro).

Refeição deliciosa, como a tempos não comia uma boa carne, estava pra lá de satisfeita.



Mas, eu não fui ali pela carne, nem pela batata e muito menos pelo brócolis. Eu fui ali por conta da sobremesa astro-rei do universo solar, as famosas panquecas de dulce de leche do local! 

Simplesmente MA-RA-VI-LHO-SA! 




Esta sobremesa é divina, a massa da panqueca é fininha, muito saborosa, não tem aquele gosto de trigo, não sei explicar, é simplesmente a melhor massa de panqueca que já comi. O doce de leite vem quente, e estranhamente não tem aquela pegada 'doce muito doce demais' de doce de leite quando está nesta consistência:  é pra comer de joelhos! Rapidamente o sorvete vai derretendo. Até a sobremesa chegar, eu estava com a impressão de que não voltaria lá, não porque o restaurante não é legal nem saboroso, mas, simplesmente porque aquela carne eu posso comer em outros lugares até mais baratos, mas, essa sobremesa com certeza vai me fazer voltar lá (opinião da mulher do casal, claro, desesperada por um doce, porque o homem não ligou muito não).



Pra acompanhar a minha panqueca deliciosa, o marido pediu um expresso (ele julga muito os lugares pelo seu café) e segundo o próprio, estava bem feito, saboroso. A curiosidade é o baita pote de gotinhas de chocolate que acompanha, ao invés de vir uma gotinha no pires, veio um potinho cheio. Lindo né? Teria atacado o potinho se não fosse a minha linda panqueca de doce de leite.


Pra finalizar a fachada do restaurante que fica num casarão restaurado em Higienópolis, dão um charme ao restaurante, vai dizer?

Abaixo a lateral do restaurante, onde estávamos, com a parede de vidro. Legal né?



O restaurante é ótimo, não é surpreendente  mas, é ótimo. Como mencionei acima, vou voltar por conta da panqueca. É tudo muito bem feito e atendimento perfeito, mas o preço um pouco salgado para o final das contas.

Mas a panqueca fez cada centavo valer a pena.

Resultado final, vá pela panqueca!

** De preferência aproveite o Restaurante Week para conhecer este restaurante, atente que a panqueca só está no cardápio do jantar!



sábado, 16 de fevereiro de 2013

Le Pain Du Quotidien

Com uma filial localizada na Rua Wisard, 138, o Le Pain Du Quotidien é um restaurante muito bonito. Digo restaurante por que, na minha concepção entre restaurante e padarias, se parece mais com um restaurante. É engraçado, tentamos discutir isto, a Liana pareceu chegar à mesma conclusão que eu, mas não sabemos explicar o motivo. Tem vários tipos de pães, como padarias. Vendem geleias (sou do tempo que esta palavra tinha acento), manteiga, pastas de amendoim, avelã e sei lá o que mais - tem bastante coisa de padaria. Mas por algum motivo, parece um restaurante. Bem arejado, iluminação natural, madeira pra todo lado.

Entrada

Segundo andar

Existem algumas mesas externas, onde dá pra ir com o cachorro, o que é bem legal. Dentro existe uma grande mesa comunitária. Parece que é o que as pessoas mais gostam de lá, parece mesmo um ambiente familiar. Mas preferimos sentar numa mesa um pouco mais afastada.

Os bancos e as cadeiras são feitos de madeira (bem clara, motivo pelo qual eu acredito que em algum tempo vão estar bem pretinhos), e não têm almofadas. A mesa parece pequena à primeira vista, mas o espaço é suficiente.

O atendimento foi ótimo, a atendente foi simpática e bastante confiante. Ela conhecia o que estava apresentando. Rápida, trouxe o cardápio. Um cardápio que felizmente é simples. Mesmo a empresa sendo Belga, não era em francês! Tinham duas palavras que a gente não conhecia, mas por ignorância mesmo. Tartine era uma, Bresaola era outra.

O que é tartine? É um sanduíche aberto. Parece que é a forma que os Belgas e Franceses mais gostam de comer os lanches. Procurei no dicionário e Tartine quer dizer fatia de pão. Un morceau de pain. Lá, o Tartine só é servido no pão integral, "por que tartine é no pão integral", segundo a atendente.

Bresaola, do italiano "Cozido no vapor", é uma espécie de embutido, feito da parte de trás do boi. É quase roxo. Salgado, azedo e bastante adocicado ao mesmo tempo - lembra muito o presunto cru, mas é mas suave.

Misturando as duas coisas, Tartine de Bresaola. Que dúvida? Pedi. Muito, muito gostoso. Mesmo. A Liana pediu a de frango, que vem acompanhado de uma salada. Eles preparam o de frango quente, mas servem frio. Bem gostoso também.

Tartine de bresaola

Vêm servidos num recipiente que parece tábua de carne de cerâmica tem até o buraco de pendurar, e o pão fica em cima. Eu, como sou chique, deixei cair vários pedacinhos de tomate na mesa, inclusive no buraquinho. Neste quesito, quase me senti mal.

A Liana pediu um suco de fruta da época. Veio um suco de manga com abacaxi e hortelã. Tão inusitado quanto gostoso. Eu pedi água com gás com limão, e veio a garrafinha de água tamanho premium, que me deixa irritado pelo tamanho. É água, pô. Mas quem mandou eu pedir sem perguntar?


Tartine de frango, suco e água tamanho irritante premium

Depois pedimos dois doces, que na falta de um nome melhor, chamamos de tortinha, de chocolate belga e de frutas vermelhas. O chocolate é amargo, mas não muito. Bons também, pequeninos, dá pra comer vários. Cafezinho não vem em xícara, é um potinho que lembra o shawan japonês e não, não queima o dedo. Muito bom café.



Do pão, conhecemos só o integral que é bem saboroso. Compramos 1/4 dele e foi a coisa com o melhor preço. Mas aqui fica uma observação: eu gosto muito de pão integral. Só que não lembra o pão integral que a gente costuma comer por aqui, tem menos aquele sabor de casca de cereal. Se você não gosta de integral, talvez valha a pena tentar este.

Ainda tem outras várias delícias a serem experimentadas.



O preço é até razoável pra um lugar "de nível", mas não me deixa chamar o lugar de quotidien, propriamente dito.

A Vila Madalena é ruim de andar no final de semana, pior ainda pra estacionar. O valor de 18 reais é um tanto quanto salgado. Demora um pouco pra buscarem o carro (vai saber onde guardaram).

Resultado final: vá.